sexta-feira, 13 de novembro de 2009

CELEBRANDO EN NOMBRE DE LA REPÚBLICA DE COLOMBIA!


Hoy no es un día para criticar, es un día para celebrar. Luego de un año de espera de que el Consejo Nacional Electoral colombiano se pronunciara acerca de la legalidad del referendo reeleccionista del presidente Alvaro Uribe, se ha expedido el fallo en el que se declara la ilegalidad del proceso de recolección de firmas de los ciudadanos.
Por vulnerar los preceptos constitucionales el proceso ser declaró inválido. En realidad es una decisión sorpresiva -por la gran presión ejercida por el gobierno- que nos invita a los colombianos a creer de nuevo en las insituciones democráticas.
Seguramente se trata de una decisión que será cuestionada por quienes poseen interés en la reelección presidencial, pero de lo que no hay duda es que aún existe control político en Colombia. No debe verse como el triunfo de un pequeño colectivo de opositores, es indudablemente el triunfo de la Constitución!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Algumas frases marcantes da campanha para as legislativas 2009

“Esse cavalheiro, o Sr. Sócrates, diz que não quer no Continente uma democracia como a da Madeira, (…) mas nós também aqui não queremos um governo em Lisboa, nem aceitamos, onde está uma organização comunista como o BE.”.

Alberto João Jardim

“Acho que ele [Manuel Alegre] está cheio de razão porque é evidente que a asfixia que se verifica no país é uma asfixia social”.

Manuela Ferreira Leite

"Dizer que a democracia está asfixiada e depois gabar a Madeira é uma coisa que não tem sentido para nenhum português.”

Mário Soares

"Sócrates é uma personagem profundamente neoliberal. Claro que usa as questões fracturantes para distrair"

Garcia Pereira

"Só os medíocres é que estão preocupados com essa história. Fuck them!"

Alberto João Jardim

"O PSD não é um partido de direita"

Marques Mendes

"Só no CDS é que é possível o som de uma campanha ser tão natural e tão perto do trabalho, o muar das vacas. Portugal não terá povoamento se não tiver agricultores, não terá ordenamento do território se não tiver agricultores, não terá ambiente, não produzirá para a sua alimentação e comprará lá fora se desprezar os agricultores."

Paulo Portas

"Irresponsável é querer colocar os destinos do país nas mãos do BE, como admitiu o dr. Mário Soares. É importante saber se o engenheiro Sócrates concorda com a aliança."

Aguiar Branco

sábado, 26 de setembro de 2009

Cualquier parecido con Fujimori es pura coincidencia...

A medida que avanzan los juicios contra el expresidente peruano Alberto Fujimori, se hace más evidente que su ejercicio del poder no es algo extraño en Colombia.
La corrupción como medio para perpetuarse en el poder, es ahora la causa de que Fujimori esté siendo juzgado por cuarta vez, ya con condenas por la flagrante violación de derechos humanos de miles de peruanos, y ahora por la desviación de recursos para financiar su reelección, la compra de congresistas y la interceptación de los miembros de la oposición.
Fujimori, el presidente con mayor popularidad en la historia peruana tras enfrentar la guerrilla de ese país (sendero luminoso), sacrificando a miles de peruanos inocentes que murieron a manos del estado, es ahora objeto de reproche por parte de la sociedad peruana y la comunidad internacional. Como presidente, Fujimori cerró el congreso en el año de 1992 por considerar que estaban obstruyendo su ejercicio, promulgó una nueva constitución con normas a su favor, y utilizó todo tipo de maniobras ilegales para obtener su tercer mandato, además de las masacres que le fueron atribuidas.
¿Será que es mera coincidencia que Colombia ahora repita la historia de su vecino?
Pasarán muchos años para que el actual presidente colombiano sea juzgado por el atroz manejo que le ha dado al país, a pesar de ser “el mejor presidente de la historia” según dicen muchos ciudadanos, tal y como sucedió con Fujimori en Perú. No obstante, tengo la esperanza de que las nuevas generaciones le cobrarán al Uribismo todo el daño que le han hecho a Colombia, no sólo con la muerte descarnada de millones de compatriotas, sino con el debilitamiento de las instituciones democráticas, hecho que ahora nos tiene al borde del autoritarismo. La interceptación a los miembros de la oposición y a los magistrados de Corte Suprema de Justicia, la compra de congresistas para la segunda reelección, la indebida modificación de la constitución del 91 para amoldarla a sus intereses, incluida la tercera reelección, nos hace pensar que Uribe es un excelente alumno de Fujimori. Eso sin hacer referencia a los falsos positivos, fenómeno del que se habló en una entrada anterior.

Nada más acertado que decir que estamos “…condenados a repetir los errores de sus sucesivas décadas perdidas” (Revista El Malpensante en un artículo acerca de Latinoamérica)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Testemunho sobre a semana de voluntariado em Fátima

Cheguei a Fátima no dia um de Agosto, pronta para uma experiência diferente, é verdade, mas não para a medida da diferença que fui ali encontrar, a qual me era completamente estranha, e para a qual eu não estava de modo algum preparada.
Ao chegar perguntaram-me quais eram as minhas expectativas, se é que as tinha. Eu respondi que as minhas expectativas passavam por dar aos outros, dar desinteressadamente, genuinamente, sem esperar nada em troca. Por mais vulgar que me pudessem parecer estes meus objectivos eles eram para mim essenciais, porque dar assim é muito difícil, há em nós um mecanismo secreto que funciona em modo piloto-automático que fica sempre à espera de um “obrigado”, um “Deus lhe pague”, ou mais que não seja de um sorriso. Mas depressa percebi que ali as coisas funcionavam de maneira diferente; primeiro foi o choque inicial de quem passa o ano inteiro a mexer em livros: o choque dos corpos deformados e sem nexo, os sons, os cheiros. Foi preciso pensar que a adaptação era possível, que aquilo eram só barreiras físicas porque o essencial que havia para descobrir sobre aquelas pessoas estava no interior, para lá dos gritos, das babas e do corpo desconexo.
Com o andar dos dias fui descobrindo que havia um longo caminho a percorrer com aqueles meninos, não por eles mas por mim, era a mim e não a eles que me faltavam as estruturas mentais para os compreender, era eu quem estava mal, porque não havia dentro de mim nada capaz de ser trabalhado para chegar à única linguagem que aquelas pessoas conseguem perceber: a linguagem do amor. Não entendem por palavras, por gestos é difícil, mas entendem melhor que qualquer um de nós quem é que gosta deles e quem não gosta, quem está ali por desporto e quem está porque só assim vê a sua vida preenchida.
Confesso que me senti despida ali, vivemos um dia-a-dia com várias camadas em cima de nós, como uma cebola, são camadas que nos protegem dos outros, o nosso orgulho, a nossa desconfiança, o nosso intelecto, mas elas são uma faca de dois gumes, porque nos afastam do essencial, impedem que os outros nos conheçam tal como somos. Em Fátima foi necessário ir despindo essas camadas, uma a uma, lenta e esforçadamente.
É claro que em dez dias não se podem querer milagres, porque a língua que ali se fala é complicada, exigente, mas dessa experiência retive que a diferença não tem nenhuma medida certa, e contesto até se a diferença existe mesmo, porque o essencial está na camada mais funda de cada um de nós, e essa é sempre igual!

Escrito por: Margarida Sapateiro

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Louça vs Jerónimo de Sousa

Bom, antes de começar por referir quem ganhou este debate, tenho a acrescentar uma ideia fundamental: A extrema-esquerda aceita o Estado de direito e a economia de mercado.
Esta novidade é da maior importância, ambos os candidatos vincaram que têm um programa que respeita o pluralismo, a democracia a independência de todos os poderes. Uma novidade interessante, pois a democracia liberal ao longo dos tempos foi apelidada por as diversas facções comunistas como a “democracia burguesa”.
Quanto ao facto de também aceitarem a economia de mercado foi notório, a não ser que tenham quaisquer ideias que não queiram revelar. Ambos propõem nacionalizações, mas de sectores determinados. Neste assunto foi curioso a resposta dada a Clara de Sousa quando esta perguntou porque é o Bloco de Esquerda também não queria nacionalizar a banca comercial como o PCP propunha, Louça foi claro na resposta ao referir “nós temos reguladores (…) têm é de ser mais eficazes”, uma solução preconizada pelos liberais de mercado desde a década de 90.
Quanto ao debate em si, creio que é indiscutível que foi morno, sem confrontação, a realidade é que são muito parecidos nas ideias, embora, creio que até nalgumas diferenças que têm preferiram não entrar em discussão aberta.
Louça ganhou claramente o debate. Além do dom para a retórica, louça tem muito mais à vontade frente às câmaras, e o discurso do candidato pelo Bloco de Esquerda é muito mais objectivo e moderno.
Jerónimo de Sousa não concretizou muitas ideias, além de o discurso do candidato do PCP ser demasiado proteccionista e na maior parte das vezes roça o nacionalismo. Realmente não me espanta este discurso, pois todos os partidos comunistas europeus têm esta vertente nacionalista, mas creio que neste debate foi em demasia, recorrendo sistematicamente a expressões muito fortes como “sentido patriótico”, “amamos o povo português”, “temos de promover o que é nacional”, “restaurar a soberania”.

sábado, 29 de agosto de 2009

Video recomendado...

A quienes les interesa el proyecto político del presidente venezolano Hugo Chávez, les recomiendo una entrevista realizada un día antes de las elecciones presidenciales del 6 de diciembre de 1998. Me reservo los comentarios...

http://www.youtube.com/watch?v=cvbdMg-X5GQ

sábado, 22 de agosto de 2009

Una sociedad de máscaras...


La presente reflexión tiene como punto de partida la visita del presidente de la República a la Universidad de Caldas, el pasado 21 de Agosto con motivo de la inauguración del nuevo edificio Orlando Sierra Hernández.
Somos un país de máscaras, de farsas, de manipulación del pueblo… No puedo dejar de sentir indignación que con la visita del presidente, la Universidad cierre sus puertas a los estudiantes y permitan el ingreso exclusivo de quienes por algún interés personal aclaman sus discursos.
La imagen de un hombre sereno, mostrando resultados en inversión social a través de la construcción de un nuevo edificio donde se alojan no solo aulas de clase sino un buen número de laboratorios en diversas áreas del conocimiento, es la muestra de que somos un país sin memoria. ¿Acaso el edificio que inauguran no fue el que hace 2 años atrás la fuerza pública destruyó por orden directa del presidente para desalojar a cientos de estudiantes que protestaban pacíficamente? Si bien ante los reclamos sobre la criminalización de estudiantes de Universidades públicas del actual gobierno, la respuesta fue que no se permitirá la violencia en las Universidades, no es viable aceptar el uso de la fuerza contra quien protesta, y menos aún en un estado social de derecho donde prima el respeto por los derechos Humanos.
Lo que se vio en los medios de comunicación: un presidente que invierte en educación, ciencia, tecnología… un grupo de directivos de la Universidad, algunos por convicción, otros por obligación, presentes en el acto…. los ciudadanos del común pensando que es el mejor presidente que ha tenido Colombia …
Por mi parte, como acto de protesta contra la farsa, no asistí.